Chefe da ONU Exige Transparência de Empresas de IA Sobre Custos Ambientais
Descobrimos que o un chief António Guterres está exigindo que empresas de inteligência artificial revelem seus verdadeiros custos ambientais. De fato, até 2030, esses centros de dados podem consumir água suficiente para atender às necessidades básicas de todos os 1,3 bilhão de residentes da África Subsaariana por um ano inteiro. Essencialmente, a IA não é apenas uma tecnologia digital, mas um sistema material com custos ambientais mensuráveis. Neste artigo, exploramos como o un chief guterres está liderando uma iniciativa de transparência ambiental, os impactos projetados dos centros de dados até 2030 e por que as empresas de IA precisam adotar energia renovável. Certamente, compreender essas questões é fundamental para o futuro sustentável da tecnologia.
Chefe da ONU Guterres Lança Iniciativa de Transparência Ambiental para IA
Na terça-feira, o un chief guterres António Guterres fez um apelo direto às empresas de inteligência artificial durante a Semana de Ação Climática de Londres. O secretário-geral da ONU lançou a Iniciativa de Transparência Ambiental da IA, exigindo que as gigantes tecnológicas meçam e divulguem publicamente sua pegada ambiental completa.
A iniciativa determina que as empresas reportem emissões de carbono, consumo de água e uso de terra em suas operações. Além disso, Guterres demandou compromissos para abastecer todos os centros de dados com energia renovável até 2030. Os centros de dados consumiram 448 terawatts-hora de eletricidade em 2025. Se fossem um país, seu consumo os colocaria na 11ª posição do ranking mundial, logo atrás da França.
“Chega de custos escondidos. Chega de transferir o fardo para quem menos o consegue suportar. É altura de ser transparente”, afirmou Guterres. O un chief enfatizou que as comunidades permanecem frequentemente no escuro sobre o impacto ambiental da infraestrutura que surge ao seu redor.
Guterres, cujo mandato como secretário-geral termina em 31 de dezembro de 2026, reconheceu que embora a IA tenha grande demanda por recursos, ela também pode acelerar soluções climáticas.
Impactos Ambientais Projetados dos Centros de Dados de IA até 2030
Os números revelam a dimensão real do problema ambiental. A demanda de eletricidade dos centros de dados poderá praticamente dobrar, atingindo 945 TWh até 2030. Por isso, esse consumo representa quase o triplo do uso anual de eletricidade do Paquistão, Bangladesh e Nigéria juntos, países que abrigam mais de 650 milhões de pessoas.
A demanda de processamento da inteligência artificial representou cerca de 20% do uso total de eletricidade dos centros de dados em 2025, com projeção de crescer para 40% até 2030. De fato, os bilhões de prompts diários e a incorporação em plataformas de uso massivo chegam a ser responsáveis por 80% a 90% do consumo de eletricidade pela IA.
O consumo anual de água necessário para manter esses centros de dados rodando seria de 9,3 trilhões de litros, uma quantidade que satisfaria todas as necessidades domésticas básicas de água de 1,3 bilhão de habitantes da África Subsaariana durante um ano. Além disso, captações em larga escala podem sobrecarregar aquíferos e sistemas fluviais, particularmente em regiões áridas ou com esgotamento de águas subterrâneas.
A emissão de carbono associada ao aumento do consumo de eletricidade pelos centros de dados totaliza, em média, 399 milhões de toneladas de CO2, exigindo 6,7 bilhões de árvores para ser compensada. O impacto territorial é de cerca de 14.500 km², uma área 18 vezes maior do que a cidade de Nova Iorque.
Empresas de IA Devem Adotar Energia Renovável e Divulgar Impactos
Atualmente, apenas 12% dos executivos que utilizam IA generativa afirmam que suas organizações medem a pegada ambiental do uso. No entanto, 48% acreditam que a inteligência artificial aumentou as emissões de gases de efeito estufa. Somente 38% afirmam estar conscientes desse impacto ambiental. Por isso, 42% das empresas tiveram que rever as metas climáticas já divulgadas.
As empresas de IA recorrem a compromissos voluntários para zerar as emissões líquidas, mas muitas estão passando a usar gás ou promovendo energia nuclear para novos projetos. Grandes empresas de tecnologia que usam IA em seus produtos deveriam divulgar seu uso total de energia e água, detalhando como realizam seus cálculos. Legisladores deveriam exigir essas divulgações.
Um centro de dados desenhado e operado de maneira eficiente do ponto de vista ambiental tem pegada até 70% menor. Sistemas resfriados por túneis de vento ou submersos em águas marinhas naturalmente geladas podem trazer ganhos ambientais e de performance. Além disso, os governos devem levar em conta a crescente demanda por IA, mantendo centros de dados longe de regiões com problemas hídricos. Os usuários devem evitar o uso de IA para tarefas realizáveis com ferramentas convencionais, já que pesquisar na internet com IA pode consumir até dez vezes mais energia do que uma busca convencional.
Conclusão
Vimos como a demanda do un chief Guterres por transparência ambiental representa um marco necessário para a indústria de IA. De fato, os números sobre consumo de água, eletricidade e emissões até 2030 são alarmantes. Por isso, empresas de tecnologia precisam adotar energia renovável e divulgar seus verdadeiros impactos. Certamente, a escolha está nas nossas mãos: podemos usar a IA de forma responsável ou ignorar as consequências ambientais que afetarão milhões de pessoas globalmente.