26 Julho 2026

Na COP30, o investimento da China em tecnologia verde oferece um vislumbre de esperança


Mais de 40.000 delegados de quase 200 países chegam esta semana para trabalhar na cidade brasileira de Belém, nos limites da floresta amazónica, para o que parece ser uma tarefa cada vez mais sombria: abrandar e mitigar o sobreaquecimento do nosso planeta.

Mas embora o seu trabalho na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas de 2025, vulgarmente conhecida como COP30, seja certamente importante, esta última reunião ocorre no meio de uma mudança dramática – juntamente com um improvável vislumbre de esperança – na política das alterações climáticas.

Se e como o mundo adopta tecnologias de energia limpa – substituindo o petróleo, o gás e o carvão com alto teor de carbono – depende menos destas agregações anuais do que das agendas políticas locais de cada país individual.

Por que escrevemos isso

Enquanto a conferência climática COP30 se realiza no Brasil, Pequim e Washington assumiram posições opostas sobre as alterações climáticas. Donald Trump chamou isso de “golpe”. Xi Jinping investiu bilhões este ano em tecnologia verde. Qual visão será mais presciente?

E nenhum país importa mais do que duas superpotências energéticas com interesses divergentes e abordagens cada vez mais divergentes às alterações climáticas: os Estados Unidos e a China.

O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou recentemente as alterações climáticas como “a maior fraude de sempre”. Ele está a reduzir os subsídios à energia verde do antigo Presidente Joe Biden, a duplicar a produção líder mundial de petróleo e gás dos EUA e a ignorar a conferência de Belém.

O líder chinês Xi Jinping está a fazer uma aposta económica diferente.



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