Tantri Kotak e vítimas de fraude apresentaram queixa policial
Jacarta –
O cantor da banda Kotak, Tantri Syalindri, revelou os últimos acontecimentos no suposto caso de traição de sua namorada Poppy Nupitasari. Este caso, que causou danos a muitas partes, agora entrou oficialmente na esfera da lei através de um Boletim de Ocorrência (LP) apresentado pelas vítimas.
Tantri disse que esta ação legal foi tomada em conjunto com outras vítimas que também se sentiram prejudicadas pelo perpetrador. Mesmo que a denúncia tenha sido processada, o paradeiro do perpetrador não é conhecido com certeza nem pelas autoridades nem pelos repórteres.
“A atualização sobre o caso Poppy é que ele estava na prisão, sim, ele estava na prisão, mas as vítimas são as que foram para a prisão. Eu e as vítimas atingimos esse status, e a pessoa não fez isso até agora, não sei onde”, disse Tantri Kotak quando se encontrou na área de Jagakarsa, sul de Jacarta, terça-feira (21/07/2026).
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Embora o perpetrador tenha desaparecido sem deixar rastros, Tantri revelou que havia uma fresta de esperança em relação ao paradeiro dessa pessoa. Com base nas informações mais recentes, o perpetrador criou coragem para contactar várias vítimas via SMS, pelo que a equipa de apoio ao Tantri está agora a localizar o seu esconderijo.
“A última notícia foi que ontem ele teve coragem de conversar com vários colegas. Agora foi descoberto onde está.
Neste caso, Tantri admitiu que sofreu perdas materiais bastante grandes. Sabe-se que o dinheiro foi sacado de uma de suas contas poupança pessoais.
“Três dígitos (centenas de milhões). Uma das economias”, disse ele.
A principal motivação de Tantri para levar este caso a tribunal não foi apenas recuperar as suas perdas pessoais. Ele ficou preocupado quando soube que o autor do crime vinha cometendo fraude há algum tempo. Com base nas denúncias que recebeu, o autor do crime teria feito inúmeras vítimas desde 2017.
“Acontece que o relato que me foi feito foi que já tinham sido vítimas em 2017 e por outros motivos e razões não foram mais longe com a lei. Bem, pediram-me para os ajudar a apresentarem-se novamente porque tinham medo de que fizessem a mesma coisa no futuro. Então sim, é mais do tipo, não quero que haja mais vítimas”, concluiu.
(ahh/sempre)