26 Julho 2026

A economia da Copa do Mundo

A coluna mais tentadora para um economista escrever sobre a Copa do Mundo é a derrubada, e encomendei-a antes do jogo de abertura. O argumento é simples: os benefícios da hospedagem são exagerados e os custos mal contam.

Quando o torneio chegou aos Estados Unidos pela última vez, em 1994, os promotores prometeram às cidades-sede US$ 4 bilhões em ganhos. Posteriormente, os economistas relataram perdas de até US$ 9,3 bilhões. Os consultores da FIFA previram que este Campeonato do Mundo acrescentaria 17,2 mil milhões de dólares ao produto interno bruto dos EUA. As receitas continuam chegando – os gastos com cartões dispararam; restaurantes e bares tiveram os melhores meses em anos, mas o panorama nacional é o que importa, e é aí que os lucros são desperdiçados em turistas que ficaram em casa e em empregos que nunca chegaram. O economista Victor Matheson disse claramente: “A Copa do Mundo nos deixa felizes. Não há muitas evidências de que ela nos torne ricos.”

Direitos autorais ©2026 Dow Jones & Company, Inc. Todos os direitos reservados. 87990cbe856818d5eddac44c7b1cdeb8



Link da fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *