Joaquim Cruz, O Matador de Dragões

Joaquim Cruz, O Matador de Dragões

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Talvez as primeiras lembranças que eu tenha de Joaquim Cruz, seja da antiga revista Manchete, onde anunciava o feito olímpico do alteta nas Olimpíadas de Los Angeles em 1984, obtendo o primeiro lugar nos 800 metros. Usávamos estes exemplos como inspiração para os nossos treinos.

Já nas regionais em Lençóis Paulista de 1993, a equipe de atletismo de Tatuí recebeu atletas de Brasília para que competissem pela cidade, e dentre os atletas havia um corredor que tinha uma sapatilha de Joaquim Cruz e me permitiu experimentá-la; fiquei admirado, pois ela me serviu perfeitamente. Eu não era nenhum corredor de destaque e nem mesmo competi nestas regionais; mas esta coincidência foi uma das coisas que marcou a minha história de atleta.

Nunca me destaquei em competições de nível regional, nacional e muito menos em competições internacionais; mas sempre gostei de correr, e como me lembrou Joaquim Cruz – eu conheço as dificuldades e desafios que um atleta obrigatoriamente passa em sua vida diária entre trabalho, estudo e os treinos que, na maior parte do tempo, são exaustivos.

Além da singularidade do tamanho dos pés, notei também que tínhamos o mesmo problema de uma perna mais curta que a outra, problemas digestivos e o nervosismo antes das competições, além das lesões que são comuns na vida de um corredor.

Desafios estes, dentre muitos outros, que Joaquim Cruz teve que superar para alcançar os títulos olímpicos. Por este motivo, o título do livro Matador de Dragões de Rafael de Marco biografando ao atleta – que teve que superar os desafios para alcançar seus objetivos no atletismo e também na vida pessoal.

Quer se inspirar e fortalecer seu espírito na busca de suas metas de vida e saber o caminho que um atleta teve que percorrer para chegar ao pódio? Leia o livro Matador de Dragões.

Entrevista
Ao final da noite de autógrafos na livraria Cultura do Shopping Iguatemi em Campinas (18/03/2015), o autor do livro Rafael de Marco e o biografado Joaquim Cruz, cederam uma breve entrevista onde falaram um pouco do projeto do livro e como as coisas se desenvolveram para esta obra acontecer; também comentaram sobre seus desafios pessoais e profissionais, além de explicarem um pouco sobre o Instituto Joaquim Cruz em Brasília. Confira:

Joaquim Cruz Hoje
O ex-atleta, que mora há 34 anos nos Estados Unidos, conta que trabalha para o Comitê Olímpico Americano, na área de paraolímpicos. Meu trabalho é o de liderar um programa de treinamento no Centro Olímpico de Chula Vista para residentes paraolímpicos e alguns olímpicos”, diz. Joaquim afirma que pensa em desenvolver algo do tipo no Brasil e fala sobre seus projetos no país. “Há o Instituto Joaquim Cruz em Brasília, onde desenvolvemos projetos sociais, com um fundo de base. Temos o Programa Clube de Descalços, no qual realizamos ações em algumas regiões do Brasil, e o programa Rumo ao Pódio Olímpico 2020, que é voltado para o alto rendimento. Esse último programa já vai para o quarto ano”, conta o veterano. Joaquim diz que, mesmo morando fora, está bastante envolvido com seus projetos no Brasil e que tenta participar da melhor forma possível, ajudando a comunidade (Notícias – Unicamp).

Galeria de Imagens da Noite de Autógrafos

Leandro Bolina Nascimento

Jornalista e fundador do Hortolândia NEWS.

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