APGP responde à denúncia feita sobre a situação da saúde em Hortolândia

APGP responde à denúncia feita sobre a situação da saúde em Hortolândia

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Associação Paulista de Gestão Pública (APGP) responde às denúncias feitas por um ex-médico de Hortolândia com respeito à situação precária do sistema de saúde do município e destaca que “isto é fundamental para que a população tenha acesso a informações concretas”. O Hortolândia NEWS também destaca que sempre está aberta às contradições e ao direito de resposta por qualquer pessoa física ou jurídica que tenha sido criticada em alguma das publicações. Segue abaixo os esclarecimentos da APGP:

  • Sobre a falta de luvas e material de higiene na UPA… Não há falta desses materiais. Quando assumimos a gestão dessa unidade, constatamos deficiência desses itens. Assim que iniciamos a administração do local, imediatamente iniciamos o processo de compra, o qual já foi concluído.
  • Sobre o encerramento de contrato da empresa de limpeza, papeleiras… Quando há a troca da empresa gestora, todos os contratos dos fornecedores que prestavam serviços a ela são, automaticamente, encerrados. Isto é necessário para que a nova administração faça suas escolhas e contratações dentro dos seus critérios de qualidade. Em relação às papeleiras: elas, assim como outros equipamentos e utensílios, pertenciam legalmente ao fornecedor. Como ele não foi recontratado, retirou-as do local e, assim, tivemos que comprar outras. Algumas apresentaram problemas na hora da fixação, mas todas deverão estar em seus lugares até o final do dia de hoje.
  • Sobre os colchões… Foi a mesma situação das papeleiras: ou seja, retirados pelo antigo administrador/fornecedor. Assim que assumimos a administração, repusemos esses itens imediatamente.
  • Sobre o piso e esgoto…  O problema com o piso já era constatado bem antes da nossa gestão. Assim que assumimos, providenciamos seu reparo imediato. Porém, o problema era mais grave do que se supunha e o conserto não foi suficiente. Realizamos novas obras, mais abrangentes, que foram concluídas hoje e deverão resolver a questão definitivamente. Sobre o esgoto, as informações apresentadas a esse veículo de comunicação não procedem.
  • Sobre papeis e sabonetes… Assim como ocorreu com as papeleiras e colchões, os que haviam lá tinham sido retirados, mas compramos outros novos. As últimas peças e itens foram instalados e disponibilizados hoje.
  • Sobre a geladeira… Assim como ocorreu com as papeleiras, colchões e outros itens, a APGP providenciou a compra imediata de outra geladeira. As informações apresentadas a esse veículo de comunicação não procedem.
  • Sobre álcool, macas e lençóis… Quando assumimos a gestão, realmente, esses e outros itens estavam em falta ou em péssimas condições de conservação. Providenciamos não apenas a reposição de todos esses itens, como também substituímos o enxoval completo da unidade.
  • Sobre materiais e medicamentos… Quando assumimos a gestão, realmente, esses e outros itens estavam em falta e, em caráter emergencial e imediato, providenciamos a compra de tudo o que faltava.
  • Sobre médicos sem contrato… Assim que assumimos a gestão, solicitamos a todos os médicos para que enviassem os documentos necessários para os registros contratuais. Infelizmente, alguns médicos ainda não os enviaram. Os novos contratos foram redigidos e passados para validação do nosso Departamento Jurídico. É importante ressaltar que não poderíamos suspender os atendimentos à população por falta de algum documento dessa natureza. Por isso, optamos por manter esses médicos e, assim, preservar integralmente os serviços oferecidos à população.
  • Sobre os salários a serem pagos após 50 dias…. Essa informação não procede. A APGP assumiu a gestão das unidades de saúde no dia 1º de maio. O mês trabalhado compreende o período entre 1º e 30 de maio. O pagamento é efetuado 15 dias depois, ou seja, em 15 de junho. Em junho, o dia 15 foi feriado nacional. Sabendo disso, efetuamos o pagamento um dia antes. Porém, alguns médicos que haviam enviado alguns dados incorretos – como números de conta corrente, por exemplo – não tiveram seus créditos efetivados pelo banco, o que só foi feito após o feriado. Vale ressaltar que a APGP reajustou (para mais) os honorários pagos pelos plantões.
  • Sobre cinco médicos demitidos nesta semana sem aviso prévio… Tratavam-se de profissionais contratados como Pessoas Jurídicas, fato este que elimina a obrigatoriedade de aviso prévio. Tais afastamentos foram feitos após estudos realizados sobre a dinâmica dos atendimentos e o cumprimento de normas fundamentais, como a demanda dos atendimentos com volume pequeno para o número de profissionais disponibilizados, por exemplo.
  • Sobre ameaças para quem parava para almoçar… A informação é improcedente.
  • Sobre enfermeiras retiradas por escoltas… A informação é improcedente.
  • Sobre transferências para outros setores… Realmente, houve o remanejamento de alguns profissionais de uma para outra área da enfermagem, premissa constante no contrato existente. O que não pode acontecer, e não houve em hipótese alguma, foi a transferência para outra área que não fosse a da enfermagem propriamente dita, o que caracterizaria disfunção.
  • Sobre a pressão e ameaças a médicos concursados…. Nunca houve pressão ou, muito menos, algum tipo de ameaça. O que fizemos foi exigir o cumprimento de normas e horários para os quais os profissionais estavam disponibilizados, além da eficácia e assertividade no atendimento prestado à população. Os que não se enquadram nestes quesitos, ou em outros, foram disponibilizados à prefeitura, que é a instituição pública responsável juridicamente pelos mesmos.
  • Sobre a falta de material e atuação do Ministério Público…. Não há falta de material básico. O Tribunal de Contas do Estado realizou uma visita de rotina à UPA do Rosolem por conta da habilitação e credenciamento como UPA porte I pelo Ministério da Saúde. Nunca fomos notificados por nenhum tipo de irregularidade pelo Ministério Público e, até este momento, não recebemos nenhuma notificação.
  • Sobre a contratação (sic) de médicos por WhatsApp… Fizemos contato com diversos profissionais, inclusive médicos, por meio desse aplicativo; jamais “contratação”.
A Redação

Por Uma Mídia Livre em Hortolândia.

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